O primeiro registro do livro Dispensas matrimoniais da Arquidiocese de Recife e Olinda do mês de outubro de 1878 refere-se a:
1. Francisco de Barros Rego pediu que as proclamas de casamento de sua filha Thereza de Barros Rego com o Tenente Ursino Teixeira de Barros sejam lidos nos dias 3, 6 e 8 deste mez. Como requer.
Em:
https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-17391-17482-29?cc=2177293&wc=MHNP-M66:371209401,371209402,371465901
Ainda no mesmo livro, temos o seguinte registro:
O tenente Ursino Teixeira de Barros pediu para que fossem dispensadas as proclamas de sua naturalidade em virtude de ser effetuado seu casamento com brevidade. Já designou o dia 4 do corrente.
Ocorre que Ursino havia sido designado escrivão do almoxarifado do presídio de Fernando de Noronha, provavelmente o motivo da celeridade do casamento que deve ter ocorrido no dia 04 de outubro de 1878.
Este ensaio foi inspirado nas histórias contadas por Leleta. Leleta, Julieta Araújo, era tia de mamãe, irmã de meu avô Veríssimo. Seus relatos eram cheios de detalhes, paixão e orgulho. Segui as pistas deixadas por ela e, assim, começo a compartilhar minhas descobertas na expectativa de encontrar parceiros nessa empreitada. O trabalho está na fase inicial e há muito a ser feito. Então, bem-vindo a este breve "timbungo" em minha história que, talvez, seja também a sua história.
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