Encontrei no Family Search, o registro do casamento de meus bisavôs maternos Pedro e Aurea:
Aos vinte e cinco diaz do mes de Agosto do anno de mil novecentos e vinte e sete, nesta villa de Brejo do Cruz, Comarca de Pombal do estado da Parahyba, em casa da residencia do Juiz municipal onde presente se achava o mesmo Juiz, comigo official interino do registro civil e de casamentos, e as testemunhas abaixo assignadas cidadãos José Dorothea Dutra e Sebastião Soares, ambos casados comerciantes e residentes nesta villa, receberam-se em matrimônio Pedro Guedes Bizerra e Maria Aurea da Silva, elle agricultor solteiro filho legítimo de Manoel Mathias Guedes e Romana Maria da Conceição (ambos falecidos); nascido do anno de mil novecentos e um (18 de janeiro de 1901), ella solteira de serviços domestico, filha legítima de Salustriano Pereira da Silva (já falecido) e Anna Aurea da Silva, 15 de abril de 1905, nascido no ano de mil novecentos e quatro. Os contraentes habilitaram-se na forma da Lei. Declararam ainda terem cinco filhos dos nomes seguintes: Maria com nove annos de idade, Odilio com sete annos, João com seis annos, Severina com quatro annos e Ariel com quatro mezes de idade. Em firmeaa do que eu Cornelio Alves de Azevedo Offical Interino do registro civil e de casamentos lavrei este termo em que assigna o Juiz, contraentes e as referidas testemunhas. Assignando a rogo da contrahente por não saber lêr nem escrever Vicente Ferrer.
Ver registro aqui.
Assim, temos: Pedro e Aurea (bisavôs), Maria do Carmo (avó), Aurea (mãe) e Sandra
Este ensaio foi inspirado nas histórias contadas por Leleta. Leleta, Julieta Araújo, era tia de mamãe, irmã de meu avô Veríssimo. Seus relatos eram cheios de detalhes, paixão e orgulho. Segui as pistas deixadas por ela e, assim, começo a compartilhar minhas descobertas na expectativa de encontrar parceiros nessa empreitada. O trabalho está na fase inicial e há muito a ser feito. Então, bem-vindo a este breve "timbungo" em minha história que, talvez, seja também a sua história.
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